|
Localizado
na rua Galdino pimentel, 195.
Possui cerca de 4.000 peças de arqueologia. Como um fêmur
de Tiranossauro com 120 milhões de anos, encontrado na Chapada
dos guimarães.
Primeiro partimos em direção
a floresta Amazônica, a 320 km de Cuiabá, sendo que
uma grande parte foi feita em estrada de chão ( MT 010 )
até uma excelente pousada no meio da floresta localizada
no Município de São José do Rio Claro ( MT
).
O interessante desta viagem é
que quando saimos de Cuiabá a paissagem é o Cerrado
( vegetação baixa que na Africa se chama Savana )
e medida que iamos chegando ao nosso destino esta vegetação
tornava-se mais alta, já com caracteristicas da floresta
Amazonica.
Esta região é palco
do famoso festival de pesca o ( Matrinxã do Brasil ) que
ocorre na confluência dos rios Claro e Arinos.
Matrinxã é um peixe
de rio muito abundante nesta região e muito saboroso.
A pousada em que ficamos é
localizada na beira do rio claro, possui uma excelente estrutura
turistica, com trilhas bem sinalizadas, uma dela levando a uma nascente
onde foi criada uma area de lazer com piscina natural, quiosque,
bar e onde você podia descansar e aproveitar para se refrescar.
Fizemos alguns passeios de barco rio
acima, paramos em alguns pontos para acampamento e caminhar pela
floresta afim identificar a fauna e flora da região. Com
um guia é possivel identificar muita da flora amazônica,
avistamos animais, tais como capivara, ariranha, muitas aves e alguns
somente suas pegadas foram vistas.
Pescamos o famoso matrinxã
e o preparamos no próprio acampamento na beira do rio.
Deste passeio em um determinado trecho
do rio nos foi permitido pular do barco e continuar o trecho ao
sabor da correnteza ( isto porque o rio estava calmo, pois normalmente
isto não é permitido ).
A noite sempre tinha uma roda de violeiro
ao redor da fogueira.
Partimos em direção
ao segundo ecossistema ( Pantanal ), onde ficamos em uma pousada
no coração do pantanal norte, na beira do km 32 da
famosa transpantaneira, município de Poconé . Chegamos
a noite e já fizemos um safarí com um guia pela transpantaneira
para identificar animais de hábitos noturno.
Pela manhã iniciamos uma cavalgada
que terminou no final do dia, avistamos muitos jacares , cervo –
do- pantanal, tamanduas , veado- campeiro, e muitas aves como arara
azul, socó- boi, seriema, gavião belo, carrapateiro
e outras.
Nesta região tem a presença
da onça pintada, mais não conseguimos avista-la apenas
suas pegadas e marcas na arvore.
No dia seguinte acordamos as 4 horas
da manhã e saimos por uma trilha em direçao a uma
torre de observação localizada em frente a um berçario
de aves e esperamos o sol nascer. Foi um espetáculo lindo.
Nos primeiros raios de sol da manhã as aves chegavam em grande
numero, eram Tuiuiú ( ave símbolo do Pantanal, tambem
chamada Jaburu) , Jaçanã, Garça branca grande,
Colhereiro, Cabeça Seca, Arara Azul e etc
Apos o café da manhã,
partimos rumo ao rio Clarinho onde canoas tipo canadenses nos esperavam.
Fizemos um passeio em dupla de cerca de 5 horas de duração,
para mais uma vez avistarmos a riquissima fauna do pantanal.
A noite jantamos em uma fazenda perto
de uma pousada, e depois fizemos outro safari noturno.
Pela manhã partimos para conhecer
o terceiro ecossistema o Cerrado, representado pela Chapada dos
Guimaraes.
Segundo alguns cientistas a milhões
de anos atras a Chapada era mar, virou deserto, depois floresta
e hoje é o Cerrado (são resquicios de florestas destruidas
a milhões de anos).
O nosso guia nos levou para o famoso
mirante do morro São Jerônimo(836m), olhando ao sul
se pode avistar as planícies pantaneiras
Neste morro se encontra o Centro Geodésico
da América do Sul(Na canção de Caetano Veloso”Um
Índio”ele fala ”um ponto equidistante entre o
Atlâtico e o Pacífico”. Se pudessemos equilibrar
a América do Sul com um dedo, a chapada dos Guimarães
seria o ponto de equilibrio). Este lugar se tornou muito comentado
por místicos, relatando aparecimento de discos voadores.""
Fizemos várias trilhas uma
delas, tivemos uma vista do cartão postal da Chapada, a Cachoeira
Véu de Noiva. Em outra trilha fomos tomar banho na Cachoeira
do Pulo.
A noite íamos para o centrinho
da cidade da Chapada, com bons restaurantes, boas lojas de artesanato,
principalmente indígena.
Fomos em outro mirante o Paredão
do Eco, onde existe uma pequena plataforma natural suspensa no vazio
do abismo, um mirante espetacular.
Voltamos para Cuiabá, pois
encerraram nossas atividades dos 3 Ecos.
|